Descrição
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A PUBLICAÇÃO
Traduzido por Larissa Bontempi, Daniel Lühmann, Jade Medeiros e Emanuela Siqueira
Enraizades na experiência de Gloria Anzaldúa como chicana, lésbica, ativista e escritora, os ensaios e poemas deste volume desafiaram profundamente, e continuam a desafiar, como pensamos sobre identidade.
Publicado originalmente como Borderlands / La Frontera: The New Mestiza, o livro ganha agora sua edição em português: “Limiares / La Frontera: A Nova Mestiza”, que remapeia nossa compreensão do que é uma “fronteira”, apresentando-a não como uma simples divisão entre aqui e lá, nós e elus, mas como um terreno psíquico, social e cultural que habitamos e que habita todos nós.
Limiares / La Frontera: A Nova Mestiza foi publicado pela primeira vez em 1987.
SOBRE A AUTORA
Gloria Anzaldúa, sapatão-feminista, poeta tejana autodeclarada patlache, escritora e teórica cultural, nascida no Vale do Rio Grande, sul do Texas (EUA), trabalhou em uma ampla variedade de gêneros, incluindo poesia, ficção, ensaios, entrevistas, antologias e livros infantis. Uma das primeiras escritoras chicanas abertamente lésbicas, Anzaldúa desempenhou um papel importante na redefinição das identidades queer, feminista, estadunidense e na articulação de movimentos inclusivos por justiça social. Suas teorias sobre a mestiçagem, as fronteiras e a nova mestiça, bem como a alternância de códigos linguísticos, tiveram um impacto muito além do campo dos estudos chicanos. Sua insistência na construção de comunidades e coalizões uniu as preocupações feministas com questões de raça, gênero, classe, sexualidade, saúde e espiritualidade. Anzaldúa também desempenhou um papel formativo no desenvolvimento da teoria queer.
ELOGIOS DA CRÍTICA
Nomeado um dos “Melhores Livros de 1987” pelo Library Journal
Selecionado pela Utne Reader como parte de seu “Cânone Alternativo” em 1998
Um dos “100 Melhores Livros do Século XX” pela Hungry Mind Review
O impacto emocional e intelectual do livro é desorientador e poderoso… todas as línguas são faladas, e a sobrevivência depende da compreensão de todos os modos de pensamento. Nas terras fronteiriças, novas criaturas surgem. Anzaldúa celebra essa “nova mestiça” em uma escrita ousada e experimental.
— The Village Voice
A pulsante tecelagem da poesia inovadora de Anzaldúa com trechos de prosa reflexiva, distribuídos ao longo do texto, nos leva profundamente à consciência de insider/outsider das terras fronteiriças; aquele mundo antigo e contemporâneo, em colapso e mistura, que divide e une a América.
— Women’s Review of Books





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